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UMA ESPECIALIZAÇÃO PROFUNDA E SUPERVISIONADA
COM 2 ANOS DE DURAÇÃO

O que é? E o que pode?

O curso de formação em esquizoanálise é um programa de estudo, pesquisa e produção de si que oferece um instrumental conceitual e prático para você reencontrar as forças e voltar a ser quem você é de direito, isto é, uma potência de criar valor e de fazer a diferença na existência. 

Desse modo produz-se um autêntico clínico de si e dos outros: um esquizoanalista em condições de praticar a clínica da esquizoanálise.

Como amplificar nossa realidade e multiplicar a nós mesmos?

Método

Trata-se de um método prático criado por Luiz Fuganti, baseado na esquizoanálise e na filosofia da diferença e pautado na intuição filosófica, que conduz à criação de si. É um caminho que leva à fabricação da própria realidade e à conquista de um modo libertário de desejar, sentir, agir e pensar.

Além de aplicar a esquizoanálise em si mesmo, criando um modo de vida libertador, você também pode se tonar esquizoanalista e exercer uma clínica que também libertará a outros. 

É, antes de tudo, uma clínica da vida. O aspecto crítico do nosso método torna possível a desconstrução das prisões do nosso desejo, corpo e pensamento. Oferecemos um curso de desformatação das subjetividades que funcionam como peças de uma máquina social. O objetivo principal é fazer com que nosso modo de vida não seja mais alimento de um plano de organização social que nos enfraquece.

O curso (e o aspecto criativo do método) proporciona a construção de um caminho preciso, rigoroso e profundo para um autêntico plano de consistência e para uma nova maneira de viver. Os conteúdos e o modo de transmiti-los faz emergir um novo horizonte de eventos para o corpo, para o desejo e para o pensamento.

Nosso método não se reduz a um procedimento teórico de conhecimento. É sobretudo uma maneira prática de fazer ver, fazer acontecer e transmutar o pensamento. Funciona como polidor de novas lentes que fazem reencontrar e multiplicar as forças já disponíveis de cada um, mas até agora inacessíveis porque ainda cativas de um modo reativo de existir e que frequentemente nos torna cúmplices do que criticamos.

Criamos uma metodologia que, além de fazer emergir nossas forças ainda desconhecidas e/ou recalcadas, faz do pensamento um acontecimento imediato de um corpo pleno de potência. O ato de pensar torna-se imediatamente um ato de entrar em acontecimento e criar as próprias condições de existência, o que nos faz superar as condições determinadas pelo atual estágio de desenvolvimento de nossa época e cultura.

O aluno poderá conquistar a plena potência de criar o real que o preenche.

O curso se concentra nas zonas críticas e criativas da condição humana, nomeadas por Fuganti, Quatro Zonas de Passagem:

A primeira cartografa a condição da impotência do desejo.

A perda de intensidade do desejo (paixões tristes) e a separação da sua potência ou capacidade de agir e criar (esburacamento subjetivo do desejo).

A segunda zona de passagem cartografa o desejo de poder do impotente.



Quando o desejo tornado intencional cobiça e reproduz o poder (multiplicação das paixões tristes e investimento num centro de soberania – alimentando parte das frustrações).

A terceira zona de passagem é a reconexão das nossas potencialidades com o plano comum dos acontecimentos, onde se encontram e coexistem nossos modos de existir.

Acesso às condições dos devires ativos do desejo, essa terceira zona de passagem é o encontro do desejo (sem buracos ou faltas) com a superfície lisa das relações (sem significantes ou mediadores). 

A quarta zona de passagem é quando a potência se torna criadora de diferença na existência, isto é, criadora de valor real.

Ela acontece quando nos reencontramos com quem somos de direito ou por essência. É a conquista da autonomia e liberdade como potência de agir e criar o real.

Essas quatro grandes passagens são traçadas e amplamente detalhadas nas 31 aulas gravadas, dedicadas à formação em esquizoanálise.

Além dessas aulas, o participante tem um rico material de estudo e pesquisa oferecido em forma de 2 cursos bônus: “Capitalismo e Esquizofrenia”, uma introdução aos conceitos fundamentais pressupostos pela esquizoanálise”, e ao curso “Micropolítica e o uso dos Afetos”, um desdobramento de temas fundamentais do segundo volume da obra Capitalismo e Esquizofrenia, o Mil Platôs.

Além de todo esse conteúdo, o participante terá 32 aulas online ao vivo, sendo 12 aulas temáticas, 12 aulas para resolução de casos clínicos típicos e supervisão clínica, e mais 8 aulas abertas no método de intuição filosófica sem conteúdo pré-determinado.

O QUE VOCÊ ENCONTRARÁ NO CURSO?

32 AULAS AO VIVO E ONLINE
Aulas interativas por videoconferência, ao vivo com os alunos e Luiz Fuganti, quinzenalmente durante 2 anos, divididas entre; aulas abertas, supervisão de casos clínicos e aulas-temáticas.

FORMAÇÃO EM ESQUIZOANÁLISE (31 AULAS GRAVADAS)
Aulas destinadas a introduzir e desenvolver os princípios e fundamentos do pensamento esquizoanalítico, e a fornecer ferramentas e suporte para a criação de dispositivos, operadores e protocolos para a prática da clínica de esquizoanálise. Conteúdo com acesso vitalício.

ACESSO ILIMITADO À GRAVAÇÃO DAS AULAS AO VIVO
Conteúdo com acesso vitalício.

[BONUS 1] CURSO CAPITALISMO E ESQUIZOFRENIA ( 15 AULAS GRAVADAS)
Introdução ao Anti-Édipo, primeiro volume da obra de Deleuze e Guattari, que lança pela primeira vez, em 1972, a esquizoanálise como uma nova clínica. Conteúdo com acesso vitalício.

[BÔNUS 2] CURSO MICROPOLÍTICA E USO DOS AFETOS – MIL PLATÔS (16 AULAS GRAVADAS)
Curso de introdução aos principais temas e ferramentas teóricas produzidas no Mil Platôs, obra de 1980, 2° volume de Capitalismo e Esquizofrenia, de Deleuze e Guattari. Conteúdo com acesso vitalício.

MÉTODO DE INTUIÇÃO FILOSÓFICA
Luiz Fuganti realiza as aulas segundo o gênero de conhecimento da intuição filosófica. Esse modo de pensar preza pela expressão imediata da realidade que se faz em nós enquanto dura o ato de pensar, que não se confunde com os símbolos da linguagem.


SUPORTE DA EQUIPE DE APOIO DA ESCOLA NÔMADE
Com guia do usuário e tutorial enviados por email

PAGAMENTO EM ATÉ 12 X NO CARTÃO
Você pode utilizar mais de 1 cartão de crédito para efetuar sua matrícula

100 % ONLINE

CERTIFICADO DO CURSO “FORMAÇÃO EM ESQUIZOANÁLISE” EMITIDO PELA ESCOLA NÔMADE DE FILOSOFIA

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Valor válido até 12/08 às 23h59


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O QUE DIZEM OS QUE PARTICIPAM?

Achei instigante propor aos alunos gravar um vídeo para falar sobre o impacto do curso Formação em Esquizoanálise em nossas vidas. Como acho que me comunico melhor escrevendo, preferi escrever sobre porque participar do curso tem sido importante pra mim.

Primeiramente, gostaria de esclarecer que aprofundar o meu conhecimento sobre o pensamento deleuziano era um projeto antigo. E por várias razões eu não havia realizado ainda este projeto: falta de tempo, não havia encontrado interlocutores, etc. Já conhecia alguns trabalhos do Fuganti.

Porém em 2018, comecei a fazer alguns cursos na Escola Nômade de Filosofia: a) Método para Rir dos Maus Encontros, b) Curso de leitura sobre “Assim falou Zaratustra”. E Eis que o Fuganti apresenta a proposta do curso sobre Formação em Esquizoanálise/2018.

No primeiro momento, achei que não era pra mim, pois nunca pretendi ser esquizoanalista. Porém, assistindo as aulas do Curso de Introdução à Esquizoanálise pelo Fuganti, a proposta me tocou profundamente. Com a idéia de que a Esquizoanálise é a análise do desejo e não da psiquê; não era apenas uma clínica mas um estilo de vida, ético e estético e um combate a desqualificação e ao rebaixamento da vida que estamos submetidos. Ou seja, uma prática clínica libertária, revolucionária do desejo.

Então embarquei nessa viagem com dois objetivos: me aproximar do pensamento de Deleuze e me qualificar para ser uma aliada da vida forte.

Durante este percurso percebi que surgiu uma linha de salubridade na minha vida e um enriquecimento intelectual e existencial. Sempre valorizei a minha saúde, orgânica e mental. Através do conhecimento dos fundamentos da Esquizoanálise fui descobrindo como poderia desmontar os mecanismos de sabotamento e opressão que estava submetida pela máquina social (família, religião, Estado, etc).

Os resultados são gratificantes: me sinto mais saudável, afirmativa e passei a acreditar na vida forte, na vida libertária como obra de arte e tenho procurado tocar as pessoas para se aproximarem do pensamento nômade como alternativa existencial.

Quero ressaltar a generosidade do Fuganti pois ele passa da hora estipulada dos cursos e dá muitos bônus em cursos para @s [email protected] Tem sido uma honra conviver com o Fuganti ( mesmo que virtualmente!!). Obrigada por você compartilhar a filosofia nômade.

Sou Sabrina Lasevitch, professora, pesquisadora e esquizoanalista. Iniciei o curso de Formação em Esquizoanálise com Luiz Fuganti em 2019, depois de algum tempo em contato com as obras de Deleuze e Guattari, além de Spinoza, Nietzsche e Foucault.

O Fuganti tem uma leitura extremamente profunda e singular desses autores (além de diversos outros, como Bergson e Hume), o que faz com que a formação que ele oferece vá para muito além de uma leitura de O Anti-Édipo, livro onde Deleuze e Guattari criaram a esquizoanálise.

Hoje, em 2022, após o término do curso, eu diria que esta é uma formação para uma clínica da vida, ou da potência. E esta clínica de que falo não está restrita a psicólogas, psicanalistas e terapeutas, de modo geral; é uma clínica que pode ser aplicada no cotidiano do trabalho, das relações e, de modo mais fundamental, do cuidado de si por qualquer pessoa interessada. Em muitas ocasiões, inclusive, os encontros eram terapêuticos por si mesmos, o que fez com que eu saísse do curso muito transformada.

Na verdade, ter o privilégio de participar desses encontros justo nos anos de pandemia de COVID-19 (ao mesmo tempo em que terminava meu mestrado e me preparava para o doutorado) foi algo que me deu muitos recursos para não deprimir nem desenvolver algum transtorno ansioso durante todo aquele período. Além disso, conheci pessoas maravilhosas em minha turma, com quem certamente manterei contato pelos próximos anos, e que considero amigas e aliadas.

Hoje, realizo atendimentos clínicos orientados pela esquizoanálise, ao mesmo tempo em que curso meu doutorado na Psicologia da UFF. Há um número crescente de pessoas que vêm até mim curiosas com a esquizoanálise, querendo saber do que se trata e experimentar a clínica. Apesar de ainda não ser ensinada nas graduações de psicologia (exceto, talvez, apenas na graduação da UFF), vejo que a esquizoanálise vem conquistando cada vez mais espaço, justamente por ser uma teoria que consegue dar conta da complexidade dos processos de subjetivação de nossos tempos.

Por isso, considero este curso de formação imperdível não apenas a psicólogos e analistas, mas a qualquer pessoa que se interesse pelo tema.

 

Estou contente com o meu aprendizado decorrente da formação, e estou gradativamente conseguindo desconstruir os extratos e atolamentos em que fui ao longo da vida adquirindo.
 
Cada vez o Fuganti nos conduz com maestria a adentrar em camadas profundas, porque me eram estranhas e incômodas, mas que se revelam simples e potentes à medida em que o curso foi acontecendo, em especial nestas aulas finais, que se faz luz, ligas, insights, clarões.
 
A absorção dos conteúdos se dá de forma espiralada, desde as primeiras aulas, com o aguçamento do desejo, persistência, estudos, idas e vindas,  e experimentações. Assim o entendimento foi ficando consistente, embora haja ainda pontos  obscuros, mas  sei que no tempo certo eles se revelarão como ferramentas nutridoras da minha diferenciação e preparo para atuar clinicamente como esquizoanalista.
 
Já tenho me servido deste aprendizado em meus atendimentos e têm sido gratificante ver o quanto são potentes e comunizantes. É alegre, prazeroso estar no fluxo, aprender a dançar e cantar e pensar e amar na superfície. A vida é tão dadivosa, agora que descobri como soltar as amarras e como voltar  ao acontecimento e zona de passagem, ela se tornou uma aventura lúdica.
 
Vida longa na eternidade à Escola Nômade, e pensar que eu a encontrei ao acaso, não tão acaso.

Inicialmente devorando conceitos foucaultianos que fizeram pontes, por acaso, mas não por acaso, ao ler pela primeira vez O Anti-édipo fui apresentado ao tema esquizoanálise, que a princípio é uma bela e poderosa palavra. Somos tomados, quase sempre, pela estética, que de imediato nos captura pela palavra. E isso é o maior engano que o ser humano se dispõe: se apropriar dela, a estética e, portanto, a palavra, como uma camada de fuga, de autoproteção, de envaidecimento e de não enfrentamento ético pela alteridade e a favor daquilo que é essencialmente comunal.

Assim iniciei uma investigação a partir de 2016 para identificar quem estava à frente deste conceito, transmitindo este conhecimento no Brasil. Hoje muito mais “institucionalizada”, talvez até pela repetição da palavra que a inflama como o ego (e que se desgasta com o tempo), pelo opressor momento político que passamos a enfrentar a partir daquele ano, e posteriormente pela crise de saúde pública que permanece até então, cheguei aos vídeos públicos do meu colega também arquiteto, Luiz Fuganti.

Como filósofo que é, percebi nele uma capacidade de compreender fenômenos e situações individuais e sociais que extrapolam a questão da psicanálise, já que o caráter subjetivo vinha me convidando a melhor examiná-lo. Seu conhecimento, apresentado através do seu farto material disponível nas redes sociais, me convenceu a mergulhar neste universo por ele liderado. A partir de uma clínica em grupo, e depois na formação em esquizoanálise por ele dirigida, pude me encharcar de conceitos oriundos da filosofia da diferença, regados e nutridos pelas trocas de experiências pelos colegas das turmas.

Este universo acendeu uma chama de percepção, fundamentada pelas minhas vivências como errante, fotógrafo e urbanista “em quarentena” que deseja, alimentando um outro olhar sobre a forma de se viver, sobre a sociedade e sobre a cidade, isso porque o Fuganti, na medida que expõe o seu conjunto visionário, seu corpo sem órgãos, cresce na tela tal como uma divindade ou um monstro que toca na ferida para realmente sangrar e gangrenar, para então poder escutar, acolher e também se afetar.

Minha leitura do mundo e consequentemente a minha produção científica e a minha arte fotográfica passaram a extrapolar ainda mais o lado oculto, não tangível, subjetivo, a ponto de marcar, nesta trajetória, aquilo que chamo de minha trilogia publicada: Heterophotopia,  Arkhitethos e  o Pequenino Atlas do Desafino: um ensaio surreal-esquizofotoanalítico.

Não à toa as bases do surrealismo e da esquizoanálise partem do mesmo ponto: o cruel do Artaud.

Bom sempre lembrar que a etiologia da palavra squizo significa fenda, aquilo que rompe, liberta. Ir a este encontro é mais que necessário, como o próprio viver na singularidade, na potência criadora, no livre fluxo do pensamento e no gozo, pelas poéticas e pela criança que deixamos de ser, mas que a guardamos no coração.

Para isso ou mergulhamos de cabeça nesta fenda, ou repetiremos o que as máquinas (institucionais, principalmente) fazem: roubar a nossa subjetividade para atuar a favor deste nefasto sistema comprador de alma.

Por isso que cada vez mais afirmo: a estética é a pele que te descasca!

APRESENTAÇÃO DO CURSO POR LUIZ FUGANTI


DÚVIDAS?
+55 11 95386 8908 (WhatsApp)
SOBRE LUIZ FUGANTI

Luiz Fuganti é filósofo, livre pensador da filosofia da diferença. Autor do livro Saúde, Desejo e Pensamento, considerado uma referência entre as melhores e mais acessíveis introduções ao pensamento nômade e à filosofia da diferença.